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Árvore frondosa, talvez de jetahy, oba - folha, e a, aumentativo; jetaí de grande copa. É o nome de um rio e de uma serra em Santa Quitéria.

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Segundo o Dr. Martius traduz-se por essa exclamação de saudade. Compõe-se de Qui - ah!, xere - meus, amôbinhê - outros tempos.

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Em tupi Acarape, povoação na freguesia de Baturité a nove léguas da capital.

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A serra de Maranguape, distante cinco léguas da capital, e notável pela sua fertilidade e formosura. O nome indígena compõe-se de maran - guerrear, e coaub - sabedor; maran talvez seja abreviação de maramonhang - fazer guerra, se não é, como eu penso, o substantivo simples guerra, de que se fez o verbo composto. O Dr. Martius traz etimologia diversa. Mara - árvore, angai - de nenhuma maneira, guabe - comer. Esta etimologia nem me parece própria ao objeto, que é uma serra, nem conforme com os preceitos da língua.

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Rio de Maranguape, notável pela frescura de suas águas e excelência dos banhos chamados de Pirapora, no lugar das cachoeiras. Provém o nome de Pira - peixe, pore - salto; salto do peixe.

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Batuireté chama assim o guerreiro branco, ao passo que trata o neto por narceja; ele profetiza nesse paralelo a destruição de sua raça pela raça branca.

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Significa beleza. É uma lagoa distante da cidade uma légua em sítio aprazível. Hoje a chamam Arronches; em suas margens está a decadente povoação do mesmo nome.

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Rio das marrecas; de jerere ou irerê - marreca, e hu - água. Este lugar ainda hoje é notável pela excelência de frutas, com especialidade as belas laranjas conhecidas por laranjas de Jereraú.

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Lagoa no sítio Alagadiço Novo, a cerca de duas léguas da capital. O nome indígena significa olhos vermelhos, de ceça - olhos, e piranga - vermelhos. Esse mesmo nome dão usualmente no Norte a certa oftalmia.

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De muriti - nome da palmeira mais vulgarmente conhecida por buriti, e apuã - ilha. Lugarejo no mesmo sítio referido.

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